Mesma casa, todo fim de semana. E a mesma gente.
Porta, comanda e fidelidade num sistema só. Na quarta você só abre a porta; no sábado tem line-up e couvert. Os dois cabem aqui.
A porta
Toda noite tem porta. Nem toda noite tem ingresso.
Noite normal
Sem ingresso nenhum: o cliente chega, a portaria reconhece quem é e abre a comanda ali mesmo.
Noite com line-up
Discotecagem, show, réveillon: vira festa com ingresso, lote e setor — sem trocar de sistema nem de portaria.
Cadastro prévio
Quem se cadastra antes entra rápido: a fila vira leitura, não digitação de CPF na chuva.
Histórico do cliente
Quantas vezes veio, o que bebe, quanto gasta, se ficou devendo. Sua porta vira memória, não caderno.
A comanda
Nosso modelo preferido: consome a noite toda, paga uma vez.
Checkout na saída
A conta corre aberta com limite que você define, e fecha na porta. Menos fila no balcão, mais consumo na pista.
Preço por área
R$ 12 no balcão e R$ 18 no camarote é a mesma Brahma em dois cardápios. O preço é do cardápio, nunca do produto.
Catálogo pronto
As marcas já estão cadastradas — você só escolhe e põe preço. A caipirinha da casa é sua receita, e ninguém mais vê.
Caixa e PDV
Pix, dinheiro ou cartão, no caixa ou no ponto de venda. Uma conta por cliente, não um monte de papelzinho pra conferir.
A fidelidade
Casa fixa vive de quem volta.
Cartão da casa na wallet
Apple e Google Wallet: seu bar aparece no celular do cliente na sexta à noite, antes de ele decidir pra onde vai.
Pontos e cashback
Cada entrada e cada consumo rende ponto. Você escolhe o que o ponto vira: chope, entrada, camarote.
Chamar de volta
Quem não aparece há um mês, quem nunca faltou numa quinta: dá pra falar com cada grupo em vez de gritar pra todo mundo.
Aparece no radar
Sua programação entra no mapa de quem procura rolê na cidade hoje à noite — e a agenda da casa se atualiza sozinha.
A conta
Quem compra paga zero
Nas noites com ingresso, o preço que você anuncia é o preço que seu cliente paga. Sem taxa de conveniência.
De você, pouco
Eternamente pouco, combinado com você. Começamos baratos de propósito: quanto mais casa cheia, melhor pra todo mundo.
Por quê: nosso manifesto.
